Pular para o conteúdo principal
Atitudes dos teus próximos, tua família, teus parentes, amigos da faculdade, colegas do trabalho: atitudes disfarçadas dos valores da ordem vigente.

Pastoral da Juventude? Social? Política? Ajudar os outros? Pois liquida tudo isso e acorde que a vida não é feita disso. A vida sim é feita de muito trabalho... Ah o trabalho! Muito trabalho! Trabalhe a sua vida inteira, ganhe o seu pão de cada dia, gaste na sua roupa de cada dia, sirva seu marido, cuide de seus filhos, obedeça a seu patrão, seja um indiferente à realidade, pois a vida... A vida é assim mesmo, um dia todo mundo se vai, alguns por uma doença, outros por assassinato, outras por trânsito, outros porque não tiveram sorte mesmo, outros porque merecem, sinceramente! Mas é que assim mesmo...

1. Vagabundo? Trabalha porque não quer!
2. Maconheiro? São as más companhias...
3. Bandido? Foram as más companhias...
4. Sem – terra? Bando de vagabundo (idem 1)!
5. Petista? De crítico baderneiro à ladrão sem – vergonha!
6. Separada? Mulher complicada que não deu conta da casa, do lar, do serviço, dos filhos, e claro, do marido.
7. Padre/ irmã de Pastoral: Vá rezar missa!

Siripipi diz:
- Livrai – me de todo o mal. Amém.

“Vidas pela vida, vidas pelo Reino..."

Comentários

Postagens mais visitadas deste blog

Olga Benário: "Lutei pelo justo, pelo bom e pelo melhor do mundo"

Uns quantos piquetitos: Frida e sua denúncia da violência contra a mulher

Entre tantos quadros cercados de profundidades e denúncias da realidade de Frida Kahlo, Uns quantos piquetitos(1935) chama a atenção ao retratar uma situação freqüente enfrentada pelas mulheres naquela época e também nos dias de hoje, a violência doméstica. A pintura revela a brutalidade da violência física praticada contra a mulher. A obra é inspirada em uma notícia de um jornal mexicano de 1935, em que um homem bêbado jogou a namorada numa cama e a apunhalou cerca de vinte vezes. Quando questionado pela polícia sobre o crime, o assassinato respondeu que apenas foram umas “facadinhas de nada”. Sensibilizada pelo ocorrido, Frida desenha a cena do crime: o assassino com um punhal ensanguentado na mão e ao seu lado, o corpo nu da mulher marcado pelas facadas; o rastro de sangue está presente na roupa do homem, na vítima, na cama, no chão e alastra até mesmo a moldura da tela. A pintura, manchada de sangue, transborda da tela para a vida de Frida Kahlo. Na mesma época, a pintora mexic…

HISTÓRIA: A MODA DA EUROPA NO SÉCULO XVII - Parte I

Disponibilizo nas próximas postagens um trabalho da matéria de Idade Moderna I sobre a moda da Europa no século XVII, escrito por mim e pela Pâmela Grassi.
A MODA DA EUROPA NO SÉCULO XVII - Parte I
Cada vez mais se desperta entre os estudiosos, a pesquisa e o conhecimento à cerca da moda. Numa época onde os trajes têm importância cultural e econômica e são um fator para a compreensão da sociedade contemporânea, nada mais pertinente que o estudo da História da Moda.
A moda como um fenômeno social insere-se historicamente em contexto e quando analisada revela vários aspectos da organização humana, como os hábitos e a forma de agir ou pensar. Como diz Anne Hollander:Todo o mundo sabe que as roupas constituem um fenômeno social; mudanças no vestuário são mudanças sociais. E mais,diz-se que transformações políticas e sociais refletem-se no vestuário (...)[1]Daremos especial atenção ao mundo das roupas do século XVII na França e na Inglaterra, centros a partir dos quais durante um lo…